Mário Sitóe quer uma ordem de contabilistas forte coesa e dinâmica

O Bastonário da Ordem dos Contabilistas e Auditores de Moçambique (OCAM),  Mário Sitóe lança hoje sua candidatura rumo a sua no dia 26 de Agosto reeleição para o cargo de bastonário naquilo que será o seu segundo mandato, com o focu virado numa Ordem forte Coesa e dinamica.

Durante os primeiros três anos no cargo de Bastonário Contabilistas e Auditores de Moçambique Mário Sitóe, conseguiu registar cerca de 4.000 membros, materializando o princípio de massificação da profissão, em alinhamento com os princípios da inclusão e de igualdade de oportunidades.

 O corpo directivo daquele organismo sob a Direcção de Sitóe instituiu 8 de Fevereiro, como dia do profissional de contabilidade, um acto que valoriza e reconhece a profissão, bem como realiza ciclos de formação contínua a nível nacional, sem custos para os profissionais e agentes da autoridade tributária, docentes e estudantes.

A actual direcção da ordem, que  concorre à sua sucessão, contribuiu para a melhoria da relação entre os empresários e os contabilistas, proporcionando um ambiente saudável de trabalho e compreensão do papel de cada interveniente na cadeia de valor produtivo, com benefício para as relações de mercado e para o processo de tributação.

Procurando valorizar e massificar a classe dos contabilistas e auditores de Moçambique, a OCAM introduziu o cartão de membro, assim como levar a cabo discussões para a construção da academia da OCAM que será o berço e viveiro de formação dos membros de alta qualidade.

Ao nível internacional, a OCAM cumpriu as principais etapas do Road Map, com vista à sua admissão na Federação Internacional de Contabilidade, uma instituição responsável pela regulação da profissão no mundo, pretendendo, assim, elevar o reconhecimento dos profissionais moçambicanos ao nível mundial.

 Entretanto, constam da lista dos desafios, a consolidação de uma instituição de prestígio e que seja orgulho da sociedade, baseada nos valores de responsabilidade, profissionalismo, inclusão, solidariedade, competência e alto sentido de serviço público; promover as experiências adquiridas no campo prático para as universidades, como contributo para moldar a formação de um corpo profissional altamente competente, que sirva os interesses da contabilidade empresarial como plataforma que alimenta as finanças públicas. Elísio Muchanga 

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *