Governo aposta na criação de frescatas para venda de hortícolas

A venda de hortícolas em condições desumanas nas ruas debaixo de sacos sob o sol, chuva e lama tem dias contados, pois o Governo vai em breve criar frescatas ao nível da cidade de Maputo para a venda de  todo tipo de hortícolas e regularmente eliminar a venda destes nas ruas e em condições desumanas.

A medida foi dada a conhecer,  esta segunda-feira, pelo vice-ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, durante uma visita que efetuou ao mercado grossista do Zimpeto e a  Frigotel, uma empresa que se dedica à conservação de produtos.

Segundo o governante, o Executivo está a trabalhar para que num futuro breve a cidade de Maputo tenha frescatas, lojas pequenas, onde o consumidor pode comprar cebola, tomate, couve e outro tipo de hortícolas em boas  condições de conservação e higiene.

 De acordo com o governante, com esta medida será  gradualmente retirada a venda destes produtos das estradas.

De Sousa explicou que  os  que continuarem a vender hortícolas nas estradas deverão adoptar um padrão de higiene  no qual  poder-se-á montar frescatas a céu aberto, porque  não se pode vender mais nas condições  que se  tem vendido actualmente. "Há que se evoluir na forma de comercializar vegetais",  frisou De Sousa.  Mais desenvolvimentos no jornal MAGAZINE Independente desta semana.

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